19 de junho de 2015

Como Encorajar o Meu Pastor?


Brian Croft

Baseado nos e-mails, mensagens e telefonemas que costumo receber, acredite: o seu pastor precisa de encorajamento. Ele precisa saber que o que ele faz semanalmente significa alguma coisa para Deus e para aqueles por quem ele trabalha. Aqui vão cinco sugestões para fazer isso:


1) Mostre apreciação pelo trabalho duro que ele realiza

Talvez as palavras que mais machucam um pastor e sua esposa não são “sermão ruim”, “essa foi uma decisão idiota” ou “eu não gosto da forma como você faz isso”. Em vez disso, o que mais machuca são palavras que implicam o seguinte: “você é preguiçoso”. Por causa disso, o que realmente encoraja um pastor e sua esposa é ouvir palavras de agradecimento pelo trabalho duro de pregar e pastorear as almas sob sua responsabilidade.

2) Faça comentários específicos sobre o sermão

Não estou falando sobre dar tapinhas em suas costas e dizer “bom sermão”. Em vez disso, seja específico: “essa explicação me ajudou muito” ou “essa aplicação foi em cima das minhas dificuldades”. Não subestime o quão impactante um comentário específico e pensado pode ser para o seu pastor, especialmente na segunda-feira.

3) Reconheça o sacrifício de sua família

Além de encorajar sua esposa e suas crianças, vai ser muito significativo para o pastor. O fato de ele saber que você está pensando em sua família, às vezes, vale mais do que ele saber que você pensa nele. Um dos encorajamentos mais importantes para mim foi minha esposa e meus filhos serem agradecidos pelo sacrifício em me permitirem fazer o que faço. Meus filhos, especialmente, sempre se lembram dessas coisas.

4) Revele o quanto o seu ministério tem crescido sob o ministério dele

Isso é algo que um pastor gosta de ouvir e deseja que esteja acontecendo com todos em sua congregação. Pare de deixá-lo no suspense e fale para ele. O Senhor pode usar essas palavras para ajudá-lo a perceber o que ele precisa mudar ou ajustar a forma que ele prega e cuida das pessoas.

5) Diga a ele como você ora por ele

O seu pastor, mais do que todas as pessoas, sabe o significado da oração. As coisas mais relevantes que eu já ouvi não foram “eu orei por você”, mas “orei para que o sermão fosse pregado poderosamente e avidamente recebido” ou “orei para que Deus proteja você e sua família do inimigo durante essa semana importante”. Escreva hoje um e-mail ou uma mensagem para o seu pastor e diga que você tem orado por ele ou fale sobre o quê você estará orando por ele durante a semana.

Se não for dessas formas, ache uma maneira de encorajar o seu pastor nessa semana. Nunca subestime o quão importante e bem-vindo isso pode ser, quando Deus o dirige a fazer isso… especialmente na Segunda!

***
Traduzido por Victor Bimbato no Reforma21



Retirado do blog PULPITO CRISTÃO 




15 de junho de 2015

Oração por Denzel Washington

Queridos, tudo bem? 

Acessando o Youtube, vi uma palavra de oração muito interessante desse cara fantástico, Denzel Washington. Cri que a tradução está correta. Em todo caso, a explanação é interessante. Confira:


   

"Um verdadeiro desejo no coração, por qualquer coisa boa, é a prova que Deus enviou de antemão, pra você. Pra indicar que a “graça” é sua. 
Essa vontade que você tem de ser, seja lá o que for que você queira ser, em frente às câmeras, no palco, atrás dos bastidores, esse desejo por algo bom é a prova de Deus, pra você, já enviada para garantir que a “benção” é sua. 

Peça o que já é seu! 

1 de junho de 2015

Uma Igreja Pop

Ando preocupado.  Já faz algum tempo.
Envolvido com igrejas e ministérios desde os dois anos de idade,  chega um tempo que o conhecimento do ofício começa a ser rotineiro, e principalmente quando se gosta muito, mais e mais aprendende-se sobre o mesmo.
Acompanho bastante. Igrejas gringas, nacionais, pentecostais, neo-penta, tradicionais, ortodoxas, seja na liturgia, na Teologia ou qualquer que seja a diferenciação.
E há um padrão se formando nas igrejas cristãs em geral.  Principalmente na galera mais jovem. Hoje quando se vai nesses encontros de jovens (geralmente bem descolados) é visível um padrão de comportamento.
É forte a influência que as igrejas gringas tem sobre nós.
Bethel, Hillsong, Lakewood, Saddleback e outras tem tido um papel influenciador gigante nessa década aqui no Brasil. Principalmente na área da música.
Há até um padrão nas composições. Mesmo estilo de adoração, "líder de louvor" (Influência do DT, que teve influência da HC), riffs britânicos, calça colada e botas de couro misturado a cabelos também gringos.



Ok, é sabido que o velho mundo dita a moda e a gente aceita tudo, inclusive na

14 de maio de 2015

Gangorra


Porque é tão difícil encontrar o equilíbrio das coisas?

A nota 7 da vida parece um sonho americano. 

Já brincou de gangorra com alguém mais leve ou mais pesado que você? Até rolava uma diversão,  mas ou você tinha que impulsionar muito ou pouco, dependendo do peso do amigo. Era legal quando os pesos eram parecidos. Daí propositalmente fazíamos força para o amigo voar.  Mas mesmo assim havia equilíbrio das coisas.





É muito fácil opinar a vida de um amigo. Ele chega pedindo conselho.  Te expõe a situação.  Você analisa, dá um parecer da situação caso seu amigo não tenha percebido alguns pontos. Geralmente até colocamos tópicos.  Enumeramos, explanamos e concluímos.  É tão fácil! Amigo, isso está assim por causa disso e daquela situação.  Você deve pr

6 de maio de 2015

Cê tu uma bença (na leitura!)

Tava visitando um blog muito massa que encontrei.  Na verdade, é de uma velha amiga que fala dos devaneios da vida, medos e mágoas.  Muito bom por sinal. Aí, resolvi escrever aqui.

Mas deprime. Pois quase ninguém lê.  Tava pensando nisso agora pouco.  Estou na liderança do grupo de discipulado de nossa igreja, eu e mais um grande amigo. Falando nisso,  é maravilhoso estar com novos convertidos. Pessoas que não tem igrejices e uma mentalidade enlatada.  Um campo livre e pronto para toda uma plantação Bíblica.

Mas,  tava pensando mesmo na questão da leitura, tanto de cristãos como de não-cristãos.

A gente por si só,  já é muito preguiçoso na leitura.  Sei sei, tem as exceções como em tudo nessa vida. Mas digo da maioria.  Que não lê e nem se dá ao luxo de sair da mesmice preguiçosa e cavocar por si mesmo,  aprendendo além de púlpitos,  palcos, salas de aula e gurus.

Tão, se uma pessoa não se presta nem pra ler uma revista de algo que curte pacas, imagina se debruçar no texto sagrado e deleitar-se nas maravilhas e deixar a espada cortante afrontar seu eu e seu ego pecador.

É triste, pois erramos por não conhecer as Escrituras.

Por mais leitura! Por mais dedicação!

Por mais leitura do Blog Mulas..

Até rimou? Haha

Abraços corajosos que aqui adentraram! 

Deus vos guarde!

28 de março de 2015

E se foi a musa do verão

Estava ouvindo a música adolescente de Felipe Dylon "Musa do Verão" que fez sucesso lá pelos distantes idos 2003/04.

Felipe era moleque e cantava amores "eternos" de verão que todos já tivemos, e cá pra nós, era muito emocionante.

Cartas românticas que o enredo causaria inveja aos melhores roteiristas do mundo. Promessas de deixar tudo pela pessoa, esperar anos e amar para sempre. Hoje damos risadas, mas na época éramos sinceros e acreditávamos totalmente naquilo.

Infelizmente muita coisa mudou. As distância estão mais curtas, os relacionamentos "menos" complicados (levando em conta a facilidade de comunicação) e muita coisa perdeu o sal.
Antes a menina desejada era a musa do verão.  Hoje é a Julieta cretina ou alguma coisa referente a fruta e ao tamanho de suas nádegas.

Antes o bilhete era um rascunho, uma cópia, uma recopia ( se é que existe essa palavra!) uma canetinha pedida emprestada e uma folha de caderno de alguém mais velho que sempre dava uma dica do que sim e o que não escrever.

Hoje, pessoas se conhecem online. Não há mais a emoção de entregar um bilhete ligeiramente suado e cuidadosamente dobrado como se fosse um mapa do tesouro.

E a respiração suspensa para ver um sorriso de quem lesse o bilhete?

Não sou saudosista.  Sei que você pode dizer: Ah Isaque, o fulano e a fulana se conheceram pela rede, casaram, tiveram filhos e bla bla bla. Ok, que bom que deu certo, sucesso a eles. Isso sou eu. 
Sou um amante de detalhes.  De momentos especiais.

Meu pai! E as músicas?

Era assim:

1- Descobria-se as preferidas da pessoa;

2- Comprar uma fita virgem;

3- colocava no aparelho 3x1
(Toca-discos, rádio e fita. Os mais top's vinham com entrada para CD.  Três Cd's. Isso era ostentação na minha época. )

4- fita em prontidão no toca-fitas;

5- ligar para rádio pedindo a música dela/dele;

6- ficar com os dois dedos a postos   no play e no Record, pois só assim iria gravar;

7- Esperar pacientemente a rádio tocar as músicas dela/dele durante dias para gravar todas;

8 - Criar uma capa super criativa e fofa já dando indicação do sentimento para a pessoa;

9 - Entregar o tesouro em mãos;

Sim, acho que nasci em época errada. Ou talvez ou mundo esteja meio chato e podre demais.

Foi-se a musa. Ficou a cretina.  Encurtou-se distâncias, tudo ficou mais facil. Mas cada vez mais as pessoas estão mais distantes, frias e sem criatividade.
O friio na barriga é quando uma pessoa te chama no whats.

Como assim??? E o toque? E o olho? E o suspiro? Ficou numa época em que as pessoas não ficavam transtornadas numa simples visualização sem resposta numa rede social.

Você adoles! Gurizada nova. Seja diferente! Não vá nessa onda de divulgação própria nas redes.  Posta foto de bico mas chega na frente da pessoa parace uma barata tonta.

Humanidade.  Ser humano. Ser e ter sentimentos é estar em contato. Contato com outras pessoas.  Estar junto.

Como disse o filósofo que esqueci o nome: o ser humano é um ser social ou animal político.  Sem essa sociedade, já era.

Meros animais no seu próprio mundinho.

Abraço turma!

27 de março de 2015

Eu e minha ineficiência

Sim. Ineficiência.  De conhecer tecnologias e aplicativos.

Texto novinho! Três horas escrevendo!

Simplesmente selecionei ele todo para copiar e colar e no meio eu cliquei em algo e powf! Sumiu metade do texto que tinha sido selecionado.

Paciência.  Terei que reescrever.

Aprendizado: sempre salve. Sempre!

Abraço!

20 de março de 2015

Nota

Agora estou com app para escrever. Creio eu que será mais fácil.  Tenho andado meio longe do meu Personal Computer.. mais adiante revelarei porque estou sem ele. Foi uma escolha!

E a das brabas!

O ano começou, estamos em março e a barca anda meia abandonada. 

Confesso que estou sem muita inspiração para artigos sobre igrejas e pastores.

Ah não ser, que você queira que eu compartilhe meus devaneios em forma de poema e música! Daí é outra história. .

Mas é algo para se pensar também. 
Prometo! Irei postar mais. Mesmo pequenas e simples.

Muitas vezes, pequenos pensamentos. . Pequenos detalhes ajudam muito!

Vou ficando por aqui porque os olhos estão pesando. .

Um abraço!

23 de janeiro de 2015

É 2015, e tâmo ae de novo!

Feliiiz ano novoooo! hahahaha

To que nem o Rubinho tchêêê!

Dá nada rapaziada, relax! To de férias dedilhando minha stratocaster e olhando pro além. 

Escrevendo hoje, dia 23 de Janeiro, um dia antes de meu aniversario. Recebo presentes? Lógico. A propósito, não gosto de caros e nem desnecessários. Gosto de especiais e úteis. Por exemplo, livros! Dvd's de banda! Meias! E camisetas lisas, de preferencia com mínimos detalhes e cores neutras, sempre.

Ok, não sou um vlogger e nem esses caras com fãs, então posso tirando o cavalinho da chuva.

Caros leitores fiéis, eu agradeço muito por vocês aqui estarem. 

Sinceramente, desejo muito luta, muita perseguição pra sua vida, problemas e mais problemas pois só assim sei que você estará bem pertinho de Deus buscando-O a cada dia mais.

Estamos vivendo tempos difíceis. Oro para que todos vocês permaneçam firmes com a fé inabalável. Pois, ao que vencer é que ganhará a coroa e um céu pertinho de Jesus.

Mais um ano que já começou e tenho muitos propósitos para ele. Uns do outro ano, outros novos mas estamos aí. O importante é não ficar parado.

Conto com  a parceria firme de vocês neste ano hem?







That's all folks!

Deus vos Guarde!

19 de dezembro de 2014

Como você é conhecido?

Fui incumbida novamente a escrever no Mulas, e o faço lisonjeadamente.
Hoje resolvi dissertar mais como um ‘papo-cabeça’ do que como artigo, em si.
Há tempos atrás, fui questionada a respeito da minha fé. O curioso sujeito me indagou a cerca de coisas que com certeza, se você é um cristão protestante, também já foi indagado. “Você sai?” “Você bebe?” “Você dança?” Entre outras questões foram disparadas, diretamente da curiosidade alheia. E quanto mais eu respondia, mais dúvidas lhe surgiam.
Na verdade, essas questões já me foram perguntadas outras vezes, mas desde que respondi ao amigo interessado, fiquei pensando sobre as respostas que lhe dei, e o que o fizera ter tais dúvidas.
O que me incomodou, na verdade, era a ideia padronizada que o dito cujo tinha em sua mente sobre quem confessava Jesus, e a questão que balançou meu coração foi: o que as pessoas veem em nós?
Pois essas perguntas fizeram com que eu me confrontasse comigo mesma. Os cristãos são conhecidos pelos seus hábitos diferentes. Não que isso seja errado, é claro que precisamos ter bom testemunho e boa conduta. Mas o bom testemunho e boa conduta não se resumem a obedecer e agir através de regras básicas, costumes transmitidos por gerações. Mas meu desejo não é me apegar ao verdadeiro sentido de seguir ou não essas regras e costumes. A questão que me atrai agora é o que nos faz diferentes, e através do que chamamos essa ‘atenção’ toda, quando manifestamos nossa fé.
Toda a bíblia nos conta a história de um Deus que tanto nos amou que foi capaz de servir. Sim, Cristo veio para servir, dando sua vida para o resgate de muitos. Devemos a Ele o fato de termos a verdadeira vida. Quando eu digo ‘verdadeira vida’, me inunda o coração dessa sensação que só quem conhece Cristo vive – a vida abundante.
No nosso dia-a-dia cristão, muitas vezes fazemos as coisas metodicamente, procurando agir de modo regrado ou mesmo acostumados por hábitos que julgamos corretos. Mas, e o que Cristo espera de nós?


João 13: 34 . “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.”

O que Jesus realmente nos mostrou e que nos mandou foi que amássemos. A história de Cristo é uma história de serviço, de lavar os pés, e de morrer a cruz em favor de quem não merecia. A história de Cristo é a história de perdoar setenta vezes sete, e de dar a outra face para ser esbofeteada. O que Jesus nos ensinou e o que Ele espera de nós é que chamemos atenção do mundo por amar de forma diferente, por servir ao próximo mesmo que ele não mereça.

Gálatas 5:13-14. “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.”

Na realidade, ninguém pode dar o que não tem. Se odiamos, ou desprezamos, ou revidamos, então o ódio, o desprezo e a vingança existem dentro de nós. Se damos o que temos, eis que devemos dar amor.

Tiago 4: 17. “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.”

Ora, porque somos conhecidos? O que eu quero salientar aqui, na verdade, é que deveríamos chamar atenção pela característica principal que nos chamou para Cristo: o amor.
Desejo que alguma vez na vida, eu seja invadida por dúvidas como: “Então você ama ao próximo?” “Então você pratica o bem acima de qualquer coisa?” “Então você escolhe servir ao ser servido?” ... O que na verdade, espero, é que um dia os cristãos sejam reconhecidos por todo o mundo como uma comunidade que exala o amor, que vive o amor, e que chama atenção pelo amor.

Romanos 8:19. Por isso, a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus.












Kellen Antunes, vulgo Lely. Pecadora, remida pela graça, zueira e contribui esporadicamente no Mulas.

4 de dezembro de 2014

Não me perguntes onde fica o Alegrete! #Brasil e afins..

Aloha oi! (vi esse cumprimento num filme! haha)

Ando meio desolado com o Brasil! (novidade!)


Então, culturalmente falando eu vejo nosso país meio superficial. Nós temos cultura? Temos! Aí que está! Mas parece que o povo tupiniquim não se dá ao luxo de curtir essa cultura. Obviamente que há exceções, como em tudo nesta vida. 


Eu assistia hoje um documentário sobre a vida na Nova Zelândia. Eu gosto muito de estudar sobre novas culturas e uma coisa que sempre gostei e faço-a até hoje é o estudo de mapas. Lembro-me de ter um costume de pedir para amigos dizerem nomes de países que eu respondia com a capital!



Na terra Kiwi (que não é a fruta, é um pássaro. Sem pena, diga-se de passagem) eles respeitam, e muito, o povo Maori que lá chegou por volta do ano 800 D.C a 1000 D.C. Existe todo um respeito e admiração do povo neozelandes para com eles. Aqui coitado do povo indígena. Roubamos suas terras, os confinamos a pequenos lotes de matos e nem lembramos deles, a não ser no relo Dia do Índio. Gostamos tanto do estrangeiro que, se for nacional, mal tem valia.


Nossa cultura vai muito além do indígena. Tradições germânicas, italianas, açorianas, africanas, latinas, portuguesas que fazem este nosso país ser único no mundo. Junta isso ao nosso folclore e culinária super diversificada. 


Eu sei que há pessoas que acompanham tudo isso, são ativas e preservam essa riqueza. Mas meu reclame aqui é em relação as escolas e até mesmo a mídia que dá pouca ênfase ou quase nenhuma nisso. Se há pouca ênfase, o assunto não fica popular. Se não é popular, há um desconhecimento quase que total das massas.


Acho que o Brasil poderia dar muito mais enfase a estas questões. Só enriqueceria e nos tornaria cada vez mais fortes como nação. 


Eu gosto de música gaúcha. Curto mais rock e reggae, isso não é novidade. Mas admiro o Nativismo. Claro que por ser do sul, isso é muito mais forte na gente. Mas creio que o povo do norte-nordeste admira e curte o arrasta-pé, o forró. 





E se não gostam, deviam fazê-lo, pois isso é vocês! Ou melhor é nosso!

Isso é Brasil!


É claro que este assunto é algo para muitos artigos e estudos. Não sou nenhum antropólogo ou especialista em cultura brasileira. Só creio que devemos valorizar o que é nosso, o que nos representa. 


Queria que vocês fizessem questão de ver, ou pelo menos ouvir, este vídeo abaixo. É interessante assistir pois mostra imagens muito bonitas do extremo sul brasileiro.

Aqui no Rio Grande do Sul, temos um comediante muito conhecido. Jair Kobe se veste do Guri de Uruguaiana, um gaúcho típico da fronteira. O "guri" tornou ainda mais conhecida a nível de Brasil uma canção aqui do sul o "Canto Alegretense", letra poética que fala do interior gaúcho e suas peculiaridades. 





Letra feita por Nico Fagundes e musicada por seu irmão Bagre Fagundes, duas lendas gaúchas extremante respeitados em todo o sul do Brasil e fazem parte de uma família muito tradicional, os Fagundes.


Veja este vídeo, e sinta um pouco da nossa brasilidade:  







Queria sua participação! O que você acha que poderíamos fazer no Brasil para que nossa cultura, tanto esportiva como de tradições fosse colocada mais em voga?

Comente aqui e nos diga sua opinião!



Obrigado!                blogmulas@outlook.com.br 


:D


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